Este sou eu
Parece meio egoísta dar esse nome ao blog, eu concordo, porém, eu estou o criando justamente pra isso. Desabafar. Meu nome é Anderson Augusto Pereira Felix, 17 anos, psiciano, candomblesista, gay, depressivo e como o próprio link diz, sou um cara problemático. Bom, sou uma pessoa calma e quieta por que por dentro sou um verdadeiro apocalipse, não estou exagerando, e não tire conclusões imediatas. Minha mente é uma completa confusão, mente de adolescente é assim não é? É o que me dizem. Mas a cada minuto que estou desconcentrado aqui do lado de fora é como se fossem horas na minha mente resolvendo problemas que existem aqui dentro, alguns deles são apenas problemas idiotas que não fazem o menor sentido ou importância aqui fora (às vezes nem lá dentro) mas existem assuntos realmente importantes lá, ações que devo fazer ou não, é tão estranho, na minha mente tudo se torna um problema jurídico, tudo eu levo pra um tribunal mental que vai decidir o que eu devo fazer, mas não é por isso que eu não acabo tomando algumas atitudes de forma errada e na maioria das vezes são. É estranho você trabalhar algo na sua mente que parece tomar horas, mas que na verdade tomam minutos (às vezes até dias) e que acabam dando errado. A parte boa é que nem tudo dá errado. Creio que isso não vá levar a lugar algum, talvez não para você (s) leitor (es) mas acho que vai ser algo que me ajude com o tempo, pode me fazer refletir (mais do que já reflito) sobre coisas da vida, se certas ações são boas ou ruins. Esse texto deve estar realmente chato, mas vamos prosseguir. Vamos mudar de assunto talvez? Realmente não tenho ideia do que colocar aqui hoje, mas vamos tentar retirar algum suco dessa laranja. Meus pais, não sei se isso é normal ou se é um grande problema, mas eu creio que isso seja um grande problema. Eu não tenho uma relação favorável com eles, não que a gente brigue muito ou algo do tipo, mas eu sinto que eles não são presentes, parece que eles não estão aqui de fato é como se eles existissem pra todos, menos pra mim e pra minha irmã (é tenho uma irmã, mas não sei se devo falar muito sem a permissão dela, fazer o que né? Futuramente conversamos sobre ela), prosseguindo, eu sei que tudo o que eles fazem por mim é com sacrifício, eu consigo enxergar isso, não do que reclamar da parte financeira, não temos mais por que eles não tem como se sacrificar mais, e eu sou totalmente grato pelo o que eles fazem por mim e pela minha irmã, sei que nós damos um trabalho, porém, eles não demonstram afeto, eles não demonstram que se importam com a gente, mesmo eu sabendo que se eu sofrer um acidente grave (exemplo) eles vão ficar desesperados, e tentar correr atrás do que for necessário pra eu melhorar eu não consigo ver esse sentimento de pai/mãe pra filho, entende? E eu creio que por causa disso eu sou o que sou, a pessoa que me tornei. Problemático, ansioso depressivo. Mas isso não faz importância pro que vamos discutir agora (pelo menos não nesse momento). A questão é que eu sinto falta deles mesmo eles estando aqui, é como se eles não estivessem aqui. Bom, acho que por hoje é só, eu pretendo postar diariamente (ou quase isso), talvez eu demore algumas semanas pra postar, mas talvez eu demore horas, sou 8 ou 80. Até mais. Fui!
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